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A performance da Black Friday para 2021

Dificuldades de consumo trazidas pela pandemia devem ser dribladas, e é isso que indústrias e empresas vêm fazendo há mais de 1 ano. Afinal, o perfil dos shoppers mudou intensamente, tornando a busca por produtos e serviços online algo indisprendível dessa nova realidade. 


Com isso, temos o crescimento da digitalização do varejo, a aceleração da estrutura de e-commerces e o investimento em marketing digital. Segundo relatório da Qualtrics, as atividades que mais cresceram online, durante a pandemia até o presente momento, foram: Transações bancárias (+53%); Atendimento ao cliente (+45%); Consultas médicas (+45%); Compras de alimentos (+44%); Compra de produtos online (+43%) e pedidos de comida em restaurantes (+36%). 

 

Esse cenário reflete fortemente no comércio eletrônico. Segundo pesquisas da Ebit Nielsen, houve um aumento significativo de 7% na quantidade de pedidos online e 22% no ticket médio, somando um total de R$53,4 milhões só no primeiro semestre de 2021.

 

Considerando que o segundo semestre é historicamente mais forte para o setor varejista, com datas como Black Friday, Cyber Monday e Natal, a expectativa é que os resultados sejam ainda melhores. Além disso, pesquisas da Análises & Insights da Globo, apontam que o consumidor está mais esperançoso para a Black Friday deste ano, pois estão mais preparados e dispostos para utilizar o e-commerce. 

 

Sendo assim, o cenário é promissor e o horizonte para as vendas, principalmente nessa época, é totalmente positivo, seja para indústria, varejo ou empresas de mídia e, o caminho, é mais do que nunca, o digital.

 




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